Aliás, uma olhada nessa nova identidade visual da MTV só me leva a crer em uma coisa: os designers de lá devem se divertir muito trabalhando. Maneiro. :)
Fico imaginando seu Hans Chucrute assistindo e se perguntando 'bicho, o que que tá acontecendo?'
Para os junglists e drum'n'basseiros de plantão, segue outra dica: AK1200.
Músicas com peso, músicas mais melódicas com divas cantantes, de tudo um pouco. Bom demais.
Música eletrônica é isso aí, tem que ser inteligente e pesada, com subgraves generosos e milimetricamente detalhada. Senão vira um bate-estaca dos infernos, fica chato e repetitivo, coisa de gente que toma dois docinhos e se joga. Blé.
Da série 'meus standards prediletos': Well You Needn´t (Thelonius Monk).
Aliás, Thelonius é um dos meus compositores de jazz prediletos. Sua gravação original dessa música é muito boa, mas se quiser ouvir uma versão realmente matadora, procure a do Gonzalo Rubalcaba. É uma porrada, um colírio para os ouvidos.
O Chacundum pede uma pequena pausa para que os amigos leiam essa matéria sobre a situação no Oriente Médio, publicada na revista Caros Amigos desse mês. Aliás, se puder, leia a revista inteira. É uma das melhores publicações nacionais.
E por falar em b-boys, apesar dos que estavam presentes terem feito uma apresentação meio over (uns 20 minutos a menos cairiam muito bem e deixariam a pista liberada para os demais), achei muito muito bom o som da galera do Apavoramento Sound System, pancadão da melhor qualidade. Virei fã.
Na quarta vai rolar mais uma rodada, só que dessa vez na Bunker. Eu odeio aquele lugar, mas pra ouvir o som dos caras tá valendo o esforço. Demorô.
Zero, a nova revista de música e cultura pop do país, chega às bancas.
"(...) A ZERO é fruto da segunda opção. Elaborada e dirigida por dois jornalistas Luiz Cesar Pimentel (Folha de São Paulo e Trip) e Alexandre Petillo (NP e Folha) e um designer Daniel Motta (Trip e Hey), a ZERO preenche não só a lacuna de uma revista musical feita com carinho, mas de um veículo de cultura pop que englobe cinema, viagens exóticas, literatura e comportamento. Apostando num estilo não-convencional, ela fala ao leitor como se ele fosse um amigo. O projeto gráfico foge do padrão "título estourado-coluna de texto-foto". Cada matéria é elaborada em sintonia editorial e gráfica (...)"
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Gostou? Ficou curioso? Então dá uma força pra galera, compra lá. Iniciativas como essa são dignas de aplausos, principalmente num país onde a massa crítica é cada vez mais esmagada pela massa falida popular. A gente tem mais é que valorizar.
Detalhe técnico: a fonte usada no logo é Sambambers, by Tipopótamo Fontes!