"Barney, desejo melhoras!"
Chacundum é um blog em dolby-stérico de Cláudio Reston, designer-músico e sócio da Visorama Diversões Eletrônicas.
28 de mar. de 2002
Avelino será capa de uma revista francesa. Aparecerá morto, em leito macabro. Juro!
Para quem conhece a figuraça, entende o quão freak e engraçada essa notícia é.
Mundo muito estranho esse...
Para quem conhece a figuraça, entende o quão freak e engraçada essa notícia é.
Mundo muito estranho esse...
O Chacundum não possui nenhum mecanismo de contagem de acessos. Logo, não faço a mínima idéia de quantas pessoas passam por aqui por dia. Mobral isso, não?
Se eu não tenho curiosidade? Até tenho... mas no momento prefiro assim. Prefiro continuar acreditando que uma meia dúzia de pessoas lêem as abobrinhas que escrevo, pois se por acaso eu souber que são mais do que imagino, posso me grilar e começar a medir palavras, o que nunca foi a intenção.
Mas o bacana é que, a cada dia que passa, fico mais impressionado com a simpatia e o nível dos leitores/amigos deste quase hebdomadário. Essa semana recebi um e-mail muito classe do Sergio Zilbersztejn (Serjones, seu nome só com copy-and-paste! ;) ). Em uma outra oportunidade, discutíamos sobre o suposto autor do tema original do Globo Repórter, o que sempre foi uma icógnita para muita gente. Serjones matou a pau. Segue abaixo o mistério desvendado:
"Pois é, cumpadi... Entro na KissFM via www ontem à noite, e o que tá tocando? Isso, a própria. Esperei ansioso o fim prá saber quem era.
"Vocês ouviram, com J. B. Pickers, 'Freedom of Expression' "
Hã?! J. B. Pickers?
A mocinha prossegue: "Claro, o J. B. é de Jeff Beck..."(...)
Pois é gente, o tema original foi gravado por nada mais, nada menos que mestre Jeff Beck! Quem diria!
E Serjones continua:
(...) "Uma rápida busca no Google revelou algumas pérolas, como esse texto hilário.
Também existe um CD com aberturas de programas da Globo, onde a música está.
Mais: ela era parte da trilha de um road movie que virou "cult", "Vanishing Point" (aqui passou como "Corrida contra o Destino", e vc nem tinha nascido...) e até lembrei que a música tocava no filme. Aliás, se não viu, descole em alguma locadora (não deve ser fácil...) e veja, puta filme." (...)
Tá aí. O tema do Globo Repórter não só foi gravado pelo hômi, como também faz parte da trilha sonora de um filme. E eu esse tempo todo achando que os temas de abertura eram exclusivos da Globo. Bom, pelo menos agora já sei como encontrar sua versão na íntegra.
Valeu Sérgio!
Se eu não tenho curiosidade? Até tenho... mas no momento prefiro assim. Prefiro continuar acreditando que uma meia dúzia de pessoas lêem as abobrinhas que escrevo, pois se por acaso eu souber que são mais do que imagino, posso me grilar e começar a medir palavras, o que nunca foi a intenção.
Mas o bacana é que, a cada dia que passa, fico mais impressionado com a simpatia e o nível dos leitores/amigos deste quase hebdomadário. Essa semana recebi um e-mail muito classe do Sergio Zilbersztejn (Serjones, seu nome só com copy-and-paste! ;) ). Em uma outra oportunidade, discutíamos sobre o suposto autor do tema original do Globo Repórter, o que sempre foi uma icógnita para muita gente. Serjones matou a pau. Segue abaixo o mistério desvendado:
"Pois é, cumpadi... Entro na KissFM via www ontem à noite, e o que tá tocando? Isso, a própria. Esperei ansioso o fim prá saber quem era.
"Vocês ouviram, com J. B. Pickers, 'Freedom of Expression' "
Hã?! J. B. Pickers?
A mocinha prossegue: "Claro, o J. B. é de Jeff Beck..."(...)
Pois é gente, o tema original foi gravado por nada mais, nada menos que mestre Jeff Beck! Quem diria!
E Serjones continua:
(...) "Uma rápida busca no Google revelou algumas pérolas, como esse texto hilário.
Também existe um CD com aberturas de programas da Globo, onde a música está.
Mais: ela era parte da trilha de um road movie que virou "cult", "Vanishing Point" (aqui passou como "Corrida contra o Destino", e vc nem tinha nascido...) e até lembrei que a música tocava no filme. Aliás, se não viu, descole em alguma locadora (não deve ser fácil...) e veja, puta filme." (...)
Tá aí. O tema do Globo Repórter não só foi gravado pelo hômi, como também faz parte da trilha sonora de um filme. E eu esse tempo todo achando que os temas de abertura eram exclusivos da Globo. Bom, pelo menos agora já sei como encontrar sua versão na íntegra.
Valeu Sérgio!
Eu adoro sketch books, sejam eles de artistas plásticos, gráficos ou de escritores. Adoro ver a zona, a confusão de pensamentos e as idéias que foram ou que nunca foram levadas adiante. Acho que todo designer deveria carregar pra cima e pra baixo seu caderninho, e nele ir colando coisas que encontra na rua, fazendo anotações, pregando fotos e tudo mais de interessante que encontrar.
Alguns ficam tão bacanas, que neguinho até scanneia e comercializa. Esse aqui é um deles (clique no logo 'Chalk'). Não é dos melhores, mas é bem legal.
Agora, os mais fodões que eu já vi até hoje foram os da designer (e irmã) Carol Santos. No dia que ela entender que seus caderninhos têm um puta potencial comercial, e que ela pode ganhar dinheiro de gente grande com isso, vai se dar muito bem. Dariam livros lindíssimos de design, coisa pra inglês ver. Seria o primeiro a comprar, inclusive.
Alguns ficam tão bacanas, que neguinho até scanneia e comercializa. Esse aqui é um deles (clique no logo 'Chalk'). Não é dos melhores, mas é bem legal.
Agora, os mais fodões que eu já vi até hoje foram os da designer (e irmã) Carol Santos. No dia que ela entender que seus caderninhos têm um puta potencial comercial, e que ela pode ganhar dinheiro de gente grande com isso, vai se dar muito bem. Dariam livros lindíssimos de design, coisa pra inglês ver. Seria o primeiro a comprar, inclusive.
Auto Type. Demais.
Vale a pena conferir também o ensaio fotográfico em Hong Kong, além de baixar todas as fontes. Maneiríssimo. E o resto do site também deve ser ótimo.
Vale a pena conferir também o ensaio fotográfico em Hong Kong, além de baixar todas as fontes. Maneiríssimo. E o resto do site também deve ser ótimo.
27 de mar. de 2002
E pelo visto, o algo mais interessante que eu arrumei pra fazer foi encher a cara e cair pelos cantos.
Muito inteligente, seu Haroldo...
Muito inteligente, seu Haroldo...
Ontem rolou show do Otto no Rival. O pouco que me lembro (se você viu alguem parecido comigo por lá, completamente transtornado, não tenha dúvidas - era eu) achei bem legal.
Tinha visto seu show há uns 2, 3 anos atrás e achei bem fraco, mal ensaiado, ele e a banda chutando balde, todos muito alucinados... Mas dessa vez foi diferente, o rapazinho deu uma segurada de onda legal, deixando a chutação de balde e os momentos caguei pro final. As releituras das músicas estavam ótimas, inclusive a de Renault, Peugeot, minha preferida.
Aliás, o Otto tem uma coisa engraçada: ao mesmo tempo que ele é meio bobão e desleixado, acho que ele tem um pouco de gênio incompreendido. Não que eu ache que ele seja 'a nova cara da MPB' (isso é uma grande babaquice), mas eu acho que existe uma puta inteligência em sua música, ela só acaba diluida no meio de tanta bebelice, como a entrevista que ele deu no João Gordo - patética. Mas ainda assim sou fã, tenho seus 3 cds (Samba Pra Burro, Changez Tout e Condom Black) e recomendo a compra de todos.
Tinha visto seu show há uns 2, 3 anos atrás e achei bem fraco, mal ensaiado, ele e a banda chutando balde, todos muito alucinados... Mas dessa vez foi diferente, o rapazinho deu uma segurada de onda legal, deixando a chutação de balde e os momentos caguei pro final. As releituras das músicas estavam ótimas, inclusive a de Renault, Peugeot, minha preferida.
Aliás, o Otto tem uma coisa engraçada: ao mesmo tempo que ele é meio bobão e desleixado, acho que ele tem um pouco de gênio incompreendido. Não que eu ache que ele seja 'a nova cara da MPB' (isso é uma grande babaquice), mas eu acho que existe uma puta inteligência em sua música, ela só acaba diluida no meio de tanta bebelice, como a entrevista que ele deu no João Gordo - patética. Mas ainda assim sou fã, tenho seus 3 cds (Samba Pra Burro, Changez Tout e Condom Black) e recomendo a compra de todos.
26 de mar. de 2002
25 de mar. de 2002
Opa, ilustra com fonte Tipopótamo quentinha, saindo do forno.
Tipografia? Pois é, a gente gosta muito.
Tipografia? Pois é, a gente gosta muito.
Desenho animado maneirim pra carai. Atentem para a abertura, é sensacional.
Mais uma dica da rapaziada soci do Dizaí.
Mais uma dica da rapaziada soci do Dizaí.
24 de mar. de 2002
Não é de hoje que eu simpatizo com a atitude do Lobão, mas o legal é ver que por trás de toda sua verborragia, ele responde com música boa, de qualidade.
Há uns 2 meses atrás fui presenteado com seu último CD - Uma Odisséia no Universo Paralelo. Gostei de boa parte do disco, principalmente por causa da formação da banda, um power trio de primeiríssima (aliás, eu adoro power trios). Mas uma música em especial me chamou bastante a atenção. A letra é ótima, a melodia é bacana, e a métrica e a harmonia são viscerais, tem um climão meio apocalíptico. Pena que no site oficial tenha apenas um micro trecho para ouvir, pois o refrão é muito legal e nem consta no sample que colocaram lá. Se liga:
A Vida é Doce
Com a mesma falta
De vergonha na cara
Eu procurava alento no seu último vestígio
No território
Da sua presença
Impregnando tudo, tudo o que eu
Não posso nem quero deixar que me abandone
Não posso nem quero deixar que me abandone
Deixar que me abandone
São novamente quatro horas
Ouço o lixo no futuro
Do presente que tritura
As sirenes que se atrasam
Prá salvar atropelados
Que morreram, que fugiam
Que nasciam, que perderam
Que viveram tão depressa, tão depressa
Depressa demais…a vida é doce…DEMAIS…doce
E de repente o telefone toca
E é você do outro lado me ligando
Devolvendo minha insônia, minhas bobagens
Prá me lembrar que eu fui
A coisa mais brega que pousou na sua sopa
Me perdôa
Daquela expressão pré-fabricada
De tédio, tão canastrona
Que nunca funcionou nem funciona,
Me perdôa
A vida é doce…demais
Legal, né? Já valeu o CD.
Há uns 2 meses atrás fui presenteado com seu último CD - Uma Odisséia no Universo Paralelo. Gostei de boa parte do disco, principalmente por causa da formação da banda, um power trio de primeiríssima (aliás, eu adoro power trios). Mas uma música em especial me chamou bastante a atenção. A letra é ótima, a melodia é bacana, e a métrica e a harmonia são viscerais, tem um climão meio apocalíptico. Pena que no site oficial tenha apenas um micro trecho para ouvir, pois o refrão é muito legal e nem consta no sample que colocaram lá. Se liga:
A Vida é Doce
Com a mesma falta
De vergonha na cara
Eu procurava alento no seu último vestígio
No território
Da sua presença
Impregnando tudo, tudo o que eu
Não posso nem quero deixar que me abandone
Não posso nem quero deixar que me abandone
Deixar que me abandone
São novamente quatro horas
Ouço o lixo no futuro
Do presente que tritura
As sirenes que se atrasam
Prá salvar atropelados
Que morreram, que fugiam
Que nasciam, que perderam
Que viveram tão depressa, tão depressa
Depressa demais…a vida é doce…DEMAIS…doce
E de repente o telefone toca
E é você do outro lado me ligando
Devolvendo minha insônia, minhas bobagens
Prá me lembrar que eu fui
A coisa mais brega que pousou na sua sopa
Me perdôa
Daquela expressão pré-fabricada
De tédio, tão canastrona
Que nunca funcionou nem funciona,
Me perdôa
A vida é doce…demais
Legal, né? Já valeu o CD.
23 de mar. de 2002
22 de mar. de 2002
Ctrl-c, ctrl-v.
--- cut here ---
A Prefeitura do Rio, a Secretaria das Culturas, o Rioarte e o O Centro de Arte Hélio Oiticica convidam para a mesa-redonda e lançamento do catálogo Lygia Pape, com Lygia Pape, Márcio Doctors e Paulo Sergio Duarte.
Dia 26 de março, às 19:00 horas no Centro Cultural Hélio Oiticica - Rua Luis de Camões 68, Centro.
--- cut here ---
A Prefeitura do Rio, a Secretaria das Culturas, o Rioarte e o O Centro de Arte Hélio Oiticica convidam para a mesa-redonda e lançamento do catálogo Lygia Pape, com Lygia Pape, Márcio Doctors e Paulo Sergio Duarte.
Dia 26 de março, às 19:00 horas no Centro Cultural Hélio Oiticica - Rua Luis de Camões 68, Centro.
O bom filho à casa retorna.
Como nem tudo são flores, dessa vez não faturamos nenhum prêmio na Bienal. Sem traumas, não criamos grandes expectativas em torno disso - afinal de contas, concorríamos com um singelo cd-rom de nosso portifólio, terminado às pressas para ser inscrito na mostra, contra duas super produções. A indicação já foi uma agradável surpresa, tudo em casa.
O que valeu foi conhecer e rever tanta gente bacana. A companhia super especial dos amigos de todos os cantos, reunidos nas terras do Tietê, tornou a viagem muito divertida. Os pontos altos foram a entrevista com o camarada Tony de Marco (vem supresa por aí, xente) nas nababescas dependências da Bookmakers, o convescote na sensacional freak-house de Tom-B, o pedido bizarro da mesa ao lado no Sujinho (uma porção de tomates, uma porção de repolho e uma banana frita) e o momento em que Tony saca uma nota um milhão de dólares para pagar a conta. Vocês me matam de rir, de verdade. São essas coisas que valem, o resto é papo chato de designer.
Fica aqui meu agradecimento a Nívea, que mais uma vez acolheu esse sem-teto, sem-transporte e sem vergonha em suas luxuosas instalações na Bela Vista. Ni, brigadão, você é uma santa.
Como nem tudo são flores, dessa vez não faturamos nenhum prêmio na Bienal. Sem traumas, não criamos grandes expectativas em torno disso - afinal de contas, concorríamos com um singelo cd-rom de nosso portifólio, terminado às pressas para ser inscrito na mostra, contra duas super produções. A indicação já foi uma agradável surpresa, tudo em casa.
O que valeu foi conhecer e rever tanta gente bacana. A companhia super especial dos amigos de todos os cantos, reunidos nas terras do Tietê, tornou a viagem muito divertida. Os pontos altos foram a entrevista com o camarada Tony de Marco (vem supresa por aí, xente) nas nababescas dependências da Bookmakers, o convescote na sensacional freak-house de Tom-B, o pedido bizarro da mesa ao lado no Sujinho (uma porção de tomates, uma porção de repolho e uma banana frita) e o momento em que Tony saca uma nota um milhão de dólares para pagar a conta. Vocês me matam de rir, de verdade. São essas coisas que valem, o resto é papo chato de designer.
Fica aqui meu agradecimento a Nívea, que mais uma vez acolheu esse sem-teto, sem-transporte e sem vergonha em suas luxuosas instalações na Bela Vista. Ni, brigadão, você é uma santa.
20 de mar. de 2002
19 de mar. de 2002
O Fluminense está fazendo uma votação para eleger o uniforme de gala do clube, em comemoração ao seu centenário. Particularmente achei todas muito feias. Limar o verdinho da camisa não é coisa de sujeito homem, ficou parecendo o novo uniforme do América. Pisada de bola, galera.
Tudo bem que a camisa reserva do clube pouco tem a ver com as cores do time, mas pelo menos é bonita e tem conceito (Flu é o time das Laranjeiras, tá ligado?), por mais parecida com o uniforme da seleção da Holanda que ela seja (que também é lindo). Agora, essas aí... socorro, o clube merecia algo um pouquinho melhor.
Tudo bem que a camisa reserva do clube pouco tem a ver com as cores do time, mas pelo menos é bonita e tem conceito (Flu é o time das Laranjeiras, tá ligado?), por mais parecida com o uniforme da seleção da Holanda que ela seja (que também é lindo). Agora, essas aí... socorro, o clube merecia algo um pouquinho melhor.
There will be many other nights like this,
And I'll be standing here with someone new;
There will be other songs to sing,
Another fall, another spring,
But there will never be another you.
There will be other lips that I may kiss,
But they won't thrill me like yours used to do;
Yes, I may dream a million dreams,
But how can they come true?
If there will never ever be another you.
There Will Never Be Another You (Harry Warren / Mack Gordon), um dos meus standards prediletos. Na voz de Sarah Vaughan ou de Sinatra é um negócio lindo, rapaz.
And I'll be standing here with someone new;
There will be other songs to sing,
Another fall, another spring,
But there will never be another you.
There will be other lips that I may kiss,
But they won't thrill me like yours used to do;
Yes, I may dream a million dreams,
But how can they come true?
If there will never ever be another you.
There Will Never Be Another You (Harry Warren / Mack Gordon), um dos meus standards prediletos. Na voz de Sarah Vaughan ou de Sinatra é um negócio lindo, rapaz.
17 de mar. de 2002
Momentos de ouro de um domingo nada legal:
17:10h, a tela dividida em duas partes. No lado esquerdo, Vanessa Camargo canta seu novo fracasso. Do lado direito, carros submersos pela enchente de SP, com pais socorrendo suas crianças. Pelo visto, esse é o conceito de entretenimento do Sr. Augusto Liberado.
Não é de hoje que eu digo que ele é o anticristo, mas parece que ninguém leva fé.
17:10h, a tela dividida em duas partes. No lado esquerdo, Vanessa Camargo canta seu novo fracasso. Do lado direito, carros submersos pela enchente de SP, com pais socorrendo suas crianças. Pelo visto, esse é o conceito de entretenimento do Sr. Augusto Liberado.
Não é de hoje que eu digo que ele é o anticristo, mas parece que ninguém leva fé.
Uma das advertências de copyright mais divertidas que já li. Grande Laerte.
Agora, se quiser ler uma das opiniões mais inteligentes sobre o assunto, clique aqui.
Mas se você acha tudo isso uma grande babaquice, então clique aqui.
Agora, se quiser ler uma das opiniões mais inteligentes sobre o assunto, clique aqui.
Mas se você acha tudo isso uma grande babaquice, então clique aqui.
"Tumulto em show de Charlie Brown Jr. deixa 40 feridos
RIO - Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas num tumulto generalizado durante um show do grupo de rock Charlie Brown Jr. na madrugada deste domingo, no Parque Terra Encantada, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O tumulto começou por volta de 1h, com uma briga que se espalhou por toda a área do parque. Cadeiras, lixeiras e pedras foram jogadas. O evento era uma festa de boas vindas aos calouros de uma universidade carioca.
Quase todas as lojas e brinquedos foram destruídas durante a confusão. O show chegou a ser interrompido, mas foi reiniciado, mesmo ainda havendo tumulto entre as cerca de 10 mil pessoas que estavam no local.
Segundo relatos do público, a PM demorou pelo menos 30 minutos para entrar no parque. Pelo menos 20 pessoas foram detidas por policiais quando tentavam sair com objetos saqueados de lojas. Os feridos foram levados para os hospitais Miguel Couto, Barra D'Or e Lourenço Jorge."
MauVal mata a pau:
"Bom lembrar, isso não aconteceu em um baile funk envolvendo comunidades carentes. (...) Essa meninada pertence as primeiras gerações que foram "educadas" pela Xuxa e que hoje dirigem carros último tipo e se julgam os donos do mundo".
O horror, minha gente...
RIO - Pelo menos 40 pessoas ficaram feridas num tumulto generalizado durante um show do grupo de rock Charlie Brown Jr. na madrugada deste domingo, no Parque Terra Encantada, na Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio. O tumulto começou por volta de 1h, com uma briga que se espalhou por toda a área do parque. Cadeiras, lixeiras e pedras foram jogadas. O evento era uma festa de boas vindas aos calouros de uma universidade carioca.
Quase todas as lojas e brinquedos foram destruídas durante a confusão. O show chegou a ser interrompido, mas foi reiniciado, mesmo ainda havendo tumulto entre as cerca de 10 mil pessoas que estavam no local.
Segundo relatos do público, a PM demorou pelo menos 30 minutos para entrar no parque. Pelo menos 20 pessoas foram detidas por policiais quando tentavam sair com objetos saqueados de lojas. Os feridos foram levados para os hospitais Miguel Couto, Barra D'Or e Lourenço Jorge."
MauVal mata a pau:
"Bom lembrar, isso não aconteceu em um baile funk envolvendo comunidades carentes. (...) Essa meninada pertence as primeiras gerações que foram "educadas" pela Xuxa e que hoje dirigem carros último tipo e se julgam os donos do mundo".
O horror, minha gente...
16 de mar. de 2002
Lá vem mega post, mas é o seguinte:
Algumas pessoas me perguntam qual estilo musical eu curto. A resposta é sempre a mesma: 'música boa'. Mas como isso é quase óbvio, tentarei agora explicar mais ou menas quais são meus critérios:
1. Obras primas: músicas que reúnem pelo menos 6 dos quesitos abaixo.
2. Pegada: se a música tiver uma pegada pesada e pulsante (pegada não só de bateria, mas de tudo, inclusive de voz), já tô gostando. São raras as bandas que conseguem reunir peso e pulsação. Rage Against The Machine e Living Colour são duas delas - e, é óbvio, amo ambas.
3. Levada: se ao ouvir a música você sente vontade de dançar como se ninguém estivesse olhando, batucar nas pernas, imitar o som da bateria com a boca, praticar air drum ou qualquer coisa que o valha, é sinal de que a levada agrada. Nesse quesito muitas músicas se encaixam, principalmente a produção dos anos 70. Ah sim, e que fique bem claro: axé music (vulgo música de mongol) não me dá a menor vontade de fazer essas coisas, ok?
4. Produção, mixagem e timbragem: é claro que o tosco tem seu espaço, mas um som bem produzido, com uma mixagem escandalosa e/ou com uma puta timbragem dos instrumentos costuma agradar. No jazz e na música pop, Quincy Jones é quem comanda. Dos produtores de entretenimento, o da Destiny's Child é fodão. Na música eletrônica, Roni Size é meu ídolo. Já no hip-hop, meu preferido é Mario Caldato (gênio) e dos brasucas curto Liminha, Chico Neves, Bid e Eumir Deodato (se bem que esse aí já é mais gringo que brasileiro). Mas atenção: nem sempre um bom produtor significa um bom produto. Como os melhores são muito requisitados - afinal, são os responsáveis pela cara do disco, os 'designers' do som - incluindo sua radiofonicidade -, as vezes se vendem em demasia e o som fica comercialóide e chato demais. Ossos do ofício.
5. Melodia e harmonia: harmonias inteligentes e melodias bem desenhadas geralmente são o que fazem da música um standard. Nesse ponto, maestro Tom, Chick Corea e os composistores de jazz, samba e chorinho, em geral, são os campeões. Algumas bandas de rock progressivo (especialmente Led e Rush) mandam muito bem também.
6. Hinos: não necessariamente de países ou de clubes, me refiro àquelas mega-babas que possuem a grandiosidade de um hino. Exemplos? We Are The Champions (Queen), Live And Let Die (Paul McCartney), Purple Rain (Prince), Como Nossos Pais (cantado pela Elis) e até mesmo Deslizes (Fagner). Adoro. É claro que todo hino tem um q de breguice, mas nem toda música brega é um hino. Aliás, não mesmo, cruz credo.
7. Músicas que estão a frente de nosso tempo: produções inovadoras, vanguardistas, que causam muita estranheza (como o som do Primus e do TransAm) sempre terão seu espaço, desde que tenha conceito e seja bem tocado.
8. Maestria: mestres de algum instrumento como Jaco, Hendrix, Van Halen e Dennis Chambers sempre me enchem os ouvidos de lágrimas.
9. Letra e voz: confesso que isso é o que menos me importa. Podem me xingar, me chamar de iletrado e o escambau, mas a verdade é que se eu souber a letra de umas 10 músicas de cór, é muito. Mas é claro, existem músicas que a poesia é literalmente tudo (Arnaldo Antunes que o diga) e, em algumas outras - como as do Chico, Tom e Vinícius -, a letra não tem como passar em branco. Da mesma forma, é impossivel não reparar nas vozes de Elis, Sarah Vaughan, Ed Motta, entre outros. Mas não é a primeira coisa que me atrai, no geral sempre reparo no instrumental antes de tudo. Coisa de músico que cisma em 'separar os canais' ao curtir um som.
A fórmula é a seguinte (eu acho): tem que ter pelo menos uns dois desses quesitos, ou então ser irretocável em um deles. Sacou?
Exceções sempre existirão (exemplos: U2 possui várias das características citadas e acho um saco, assim como o Rei Robertão, que não possui nenhuma e eu adoro), mas acho que agora ficou mais claro por que é que eu não gosto de Ramones, Marisa Monte, Engenheiros do Hawaii, e música bahiana e sertaneja em geral.
Algumas pessoas me perguntam qual estilo musical eu curto. A resposta é sempre a mesma: 'música boa'. Mas como isso é quase óbvio, tentarei agora explicar mais ou menas quais são meus critérios:
1. Obras primas: músicas que reúnem pelo menos 6 dos quesitos abaixo.
2. Pegada: se a música tiver uma pegada pesada e pulsante (pegada não só de bateria, mas de tudo, inclusive de voz), já tô gostando. São raras as bandas que conseguem reunir peso e pulsação. Rage Against The Machine e Living Colour são duas delas - e, é óbvio, amo ambas.
3. Levada: se ao ouvir a música você sente vontade de dançar como se ninguém estivesse olhando, batucar nas pernas, imitar o som da bateria com a boca, praticar air drum ou qualquer coisa que o valha, é sinal de que a levada agrada. Nesse quesito muitas músicas se encaixam, principalmente a produção dos anos 70. Ah sim, e que fique bem claro: axé music (vulgo música de mongol) não me dá a menor vontade de fazer essas coisas, ok?
4. Produção, mixagem e timbragem: é claro que o tosco tem seu espaço, mas um som bem produzido, com uma mixagem escandalosa e/ou com uma puta timbragem dos instrumentos costuma agradar. No jazz e na música pop, Quincy Jones é quem comanda. Dos produtores de entretenimento, o da Destiny's Child é fodão. Na música eletrônica, Roni Size é meu ídolo. Já no hip-hop, meu preferido é Mario Caldato (gênio) e dos brasucas curto Liminha, Chico Neves, Bid e Eumir Deodato (se bem que esse aí já é mais gringo que brasileiro). Mas atenção: nem sempre um bom produtor significa um bom produto. Como os melhores são muito requisitados - afinal, são os responsáveis pela cara do disco, os 'designers' do som - incluindo sua radiofonicidade -, as vezes se vendem em demasia e o som fica comercialóide e chato demais. Ossos do ofício.
5. Melodia e harmonia: harmonias inteligentes e melodias bem desenhadas geralmente são o que fazem da música um standard. Nesse ponto, maestro Tom, Chick Corea e os composistores de jazz, samba e chorinho, em geral, são os campeões. Algumas bandas de rock progressivo (especialmente Led e Rush) mandam muito bem também.
6. Hinos: não necessariamente de países ou de clubes, me refiro àquelas mega-babas que possuem a grandiosidade de um hino. Exemplos? We Are The Champions (Queen), Live And Let Die (Paul McCartney), Purple Rain (Prince), Como Nossos Pais (cantado pela Elis) e até mesmo Deslizes (Fagner). Adoro. É claro que todo hino tem um q de breguice, mas nem toda música brega é um hino. Aliás, não mesmo, cruz credo.
7. Músicas que estão a frente de nosso tempo: produções inovadoras, vanguardistas, que causam muita estranheza (como o som do Primus e do TransAm) sempre terão seu espaço, desde que tenha conceito e seja bem tocado.
8. Maestria: mestres de algum instrumento como Jaco, Hendrix, Van Halen e Dennis Chambers sempre me enchem os ouvidos de lágrimas.
9. Letra e voz: confesso que isso é o que menos me importa. Podem me xingar, me chamar de iletrado e o escambau, mas a verdade é que se eu souber a letra de umas 10 músicas de cór, é muito. Mas é claro, existem músicas que a poesia é literalmente tudo (Arnaldo Antunes que o diga) e, em algumas outras - como as do Chico, Tom e Vinícius -, a letra não tem como passar em branco. Da mesma forma, é impossivel não reparar nas vozes de Elis, Sarah Vaughan, Ed Motta, entre outros. Mas não é a primeira coisa que me atrai, no geral sempre reparo no instrumental antes de tudo. Coisa de músico que cisma em 'separar os canais' ao curtir um som.
A fórmula é a seguinte (eu acho): tem que ter pelo menos uns dois desses quesitos, ou então ser irretocável em um deles. Sacou?
Exceções sempre existirão (exemplos: U2 possui várias das características citadas e acho um saco, assim como o Rei Robertão, que não possui nenhuma e eu adoro), mas acho que agora ficou mais claro por que é que eu não gosto de Ramones, Marisa Monte, Engenheiros do Hawaii, e música bahiana e sertaneja em geral.
15 de mar. de 2002
14 de mar. de 2002
Fico imaginando a profissão de corno que deve ser a da pessoa que é paga para escrever os blogs do Big Brother e da Casa dos Artistas.
O sujeito não só é obrigado a assistir atentamente aquela bosta o dia inteiro, como tambem é obrigado a ficar narrando coisas completamente desinteressantes do tipo 'fulana deu um mergulho, ela usa um biquini preto'.
Foi pra isso que tu pagou 4 anos de faculdade, filho? Cruz credo...
O sujeito não só é obrigado a assistir atentamente aquela bosta o dia inteiro, como tambem é obrigado a ficar narrando coisas completamente desinteressantes do tipo 'fulana deu um mergulho, ela usa um biquini preto'.
Foi pra isso que tu pagou 4 anos de faculdade, filho? Cruz credo...
13 de mar. de 2002
Um papo com o mestre e pai Ricardo Leite, por mais breve que seja, é sempre uma prazerosa e elucidativa lição, daquelas que você carrega para a vida.
Deveria existir uma matéria chamada Ricardo Leite em toda faculdade de design. Com certeza os estudantes sairiam bem mais preparados e conscientes do que se trata esse negócio que a gente tanto estuda e que tão pouco aprende.
Raríssimos são os profissionais que conciliam doses alopáticas de talento, profissionalismo e generosidade. O Ricardo é um deles, orgulho da classe total.
Aproveitando: é vergonhoso o fato do Cone nunca tê-lo convidado para um N-Design. É como assinar um atestado de desconhecimento da produção nacional, além de total despreparo.
Mas felizmente tudo indica que nesse ano vai rolar. Duca, sabia que a galera sangue bom de Baurú não ia decepcionar.
Deveria existir uma matéria chamada Ricardo Leite em toda faculdade de design. Com certeza os estudantes sairiam bem mais preparados e conscientes do que se trata esse negócio que a gente tanto estuda e que tão pouco aprende.
Raríssimos são os profissionais que conciliam doses alopáticas de talento, profissionalismo e generosidade. O Ricardo é um deles, orgulho da classe total.
Aproveitando: é vergonhoso o fato do Cone nunca tê-lo convidado para um N-Design. É como assinar um atestado de desconhecimento da produção nacional, além de total despreparo.
Mas felizmente tudo indica que nesse ano vai rolar. Duca, sabia que a galera sangue bom de Baurú não ia decepcionar.
12 de mar. de 2002
Motumbo descolou um emprego de garoto propaganda.
Update: mudaram tudo. Era uma página com os dizeres 'it's going to be big, it's going to be the biggest'. Socorro.
Update: mudaram tudo. Era uma página com os dizeres 'it's going to be big, it's going to be the biggest'. Socorro.
Opa, voltando devagar e sempre. A viagem foi providencial, rolou aquela relaxada merecida, regada a porres homéricos e muita moqueca de camarão.
Por enquanto apenas uma breve seleção de fotos da viagem. Mais tarde eu apareço.
7 de mar. de 2002
6 de mar. de 2002
Opa, Elesbão e Haroldinho na mídia esse mês (ou Os Midiotas Mesmo):
. Revista Design Gráfico: falando sobre o papel social do designer.
. Revista Play: falando sobre o escritório e tal.
. Revista Caras, entre outras que eu nem sei: fotomontagem dos anúncios do Sportv (calma, não fomos nós que aparecemos não).
Mídia também é freak.
. Revista Design Gráfico: falando sobre o papel social do designer.
. Revista Play: falando sobre o escritório e tal.
. Revista Caras, entre outras que eu nem sei: fotomontagem dos anúncios do Sportv (calma, não fomos nós que aparecemos não).
Mídia também é freak.
Tears for Fears de Orzabal + voz suave a la Bjork = Emiliana Torrini. Muito legal, dica do dizáiner-dj Fábio Spavieri.
Recomendo as músicas To Be Free e Baby Blue. São lindas.
Recomendo as músicas To Be Free e Baby Blue. São lindas.
Grandes hits dos bastidores do Freak Show: Sterilair (Rosauro / Bessa / Reston)
Sterilair
Sterilair, baby
Sterilair
Sterilair meu bem!
Sterilair
Bobos, nós?
Sterilair
Sterilair, baby
Sterilair
Sterilair meu bem!
Sterilair
Bobos, nós?
5 de mar. de 2002
4 de mar. de 2002
Engraçado, foi só eu citar o mestre Bruce para descobrir que vários amigos também se amarram. Massa.
E pra melhorar, rondando pelos blogs da vida, acabei baixando no da Lia Caldas e descobrindo esse link. Maravilhoso, puta coincidência.
Outra coisa em comum que eu descobri é que somos amigos da Velma, que disponibilizou várias fotos de sua viagem ao Peru e à Bolívia aqui. Mundo não-Motumbo esse.
E pra melhorar, rondando pelos blogs da vida, acabei baixando no da Lia Caldas e descobrindo esse link. Maravilhoso, puta coincidência.
Outra coisa em comum que eu descobri é que somos amigos da Velma, que disponibilizou várias fotos de sua viagem ao Peru e à Bolívia aqui. Mundo não-Motumbo esse.
3 de mar. de 2002
Isso poucos jornais falam. Triste, gente.
Update: corrigi o link, antes tinha uma parada nada a ver.
Update: corrigi o link, antes tinha uma parada nada a ver.
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